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    O jornal Perspectiva Autogestionária é uma publicação do MOVAUT¹ (Movimento Autogestionário) e tem o objetivo de contribuir com a luta cultural contra o capital e a favor da autogestão social.

    Os trabalhadores vivem cercados por noticias vinculadas pelos patrões, sendo assim, muitas informações não são repassadas e determinados temas são escondidos dentro dessa lógica. Por essa razão o Movimento Autogestionário, resolveu produzir esse jornal com finalidade de ser um veiculo de comunicação que trate dos problemas que afetam a vida dos trabalhadores, permitindo assim que esses tenham condições de analisar e decidir qual caminho esse deve seguir para combater os problemas impostos nessa sociedade de classes.

    O financiamento
    Esse jornal foi financiando pelos seus próprios membros que são trabalhadores e estudantes, que colocam seus salários para produzir esse material, pois não aceitamos em nenhuma circunstância financiamento de fora do movimento, além do fato que garantimos a independência de nossas opiniões que são ligadas as concepções libertárias. Qualquer pessoa que queira publicar no jornal tem total liberdade desde que siga os princípios do jornal:
    1) Textos comprometidos com a crítica da sociedade capitalista.
    2) Matérias produzidas com a finalidade de esclarecer temas debatidos na atualidade, através de informações que procurem divulgar os fatos como eles são, e suas consequências para classe trabalhadora.
    3) Divulgar as lutas atuais da classe trabalhadora em todos os lugares do mundo.
    4) Defender a perspectiva autogestionária.

    __________________________

    ¹ – O Movimento Autogestionário é um coletivo de militantes que buscam contribuir com o processo de constituição de uma nova sociedade através de diversas atividades. O Movimento Autogestionário é um grupo marxista autogestionário, e que, portanto, se difere dos demais agrupamentos (principalmente Partidos Políticos) que se denominam marxistas e que busca resgatar o verdadeiro caráter do marxismo, retomando a obra de Marx e dos seguidores mais autênticos: Rosa Luxemburgo, os Comunistas Conselhistas (Karl Korsch, Anton Pannekoek, Hermann Gorter, Otto Rühle, Helmutt Wagner, entre outros), Gustav Landauer, Erich Musham, Amadeo Bordiga, Silvia Pankhurst, o Grupo Solidarity (Maurice Brinton), da Inglaterra, A Internacional Situacionista (Debord, Vaneigen, entre outros), para citar apenas alguns exemplos.

    A Nova Sociedade proposta pelo Movimento Autogestionário não tem nada a ver com o “dito” socialismo real, que, se constitui, na verdade, como um capitalismo de estado. Também não é uma sociedade capitalista reformada, como prega a social-democracia. Trata-se de uma sociedade radicalmente diferente, fundamentada em um modo de produção não-classista. Trata-se de uma sociedade igualitária, o que só é possível através da autogestão social. O modo de produção comunista se fundamenta na autogestão social, que se expande e se concretiza no conjunto das relações sociais. A futura sociedade autogerida é a concretização do ideal marxista do fim da alienação e da criação de sociedade verdadeiramente humana, quando começa a história da humanidade, o reino da liberdade.
    Os meios para se chegar a este fim deve ser o mesmo. Uma conquista importante da consciência humana é o reconhecimento de que a origem de algo apresenta, simultaneamente, a sua essência. A origem do capitalismo significou a formação da sua essência. Conhecendo a essência do capitalismo, entenderemos o seu processo de constituição. O mesmo ocorre com a sociedade autogerida: existe uma unidade entre origem e essência. A essência da sociedade autogerida é a autogestão social e, portanto, sua origem só pode ser também, um processo de autogestão. A autogestão das relações sociais na futura sociedade é precedida pela autogestão das lutas sociais pela constituição desta sociedade. Isto significa, entre outras coisas, que o Movimento Autogestionário discorda totalmente da idéia de “vanguarda” e de “representação”, defendidas pelo bolchevismo em suas diversas variantes (leninismo, trotskismo, stalinismo) e pela social-democracia (representação parlamentar, eleitoral, estatal)

    O Que Quer o Movimento Autogestionário?

    O Movimento Autogestionário tem como objetivo fundamental contribuir com a constituição de uma sociedade autogerida através de um amplo processo de Revolução Social. A Nova Sociedade proposta pelo Movimento Autogestionário não tem nada a ver com o “dito” socialismo real, que, se constitui, na verdade, como um capitalismo de estado. Também não é uma sociedade capitalista reformada, como prega a social-democracia.

    Trata-se de uma sociedade radicalmente diferente, fundamentada em um modo de produção não-classista. Trata-se de uma sociedade igualitária, o que só é possível através da autogestão social. O modo de produção comunista se fundamenta na autogestão social, que se expande e se concretiza no conjunto das relações sociais. A experiência do movimento operário (Comuna de Paris, Revolução Russa, Guerra Civil Espanhola, etc.) demonstram a possibilidade, necessidade e forma da futura sociedade socialista. A futura sociedade autogerida é a concretização do ideal marxista do fim da alienação e da criação de sociedade verdadeiramente humana, quando começa a história da humanidade, o reino da liberdade. Ao propor a transformação radical da sociedade é preciso, para não cair no utopismo abstrato, colocar os meios que a possibilitam. Os meios para se concretizar esta transformação deve estar em consonância com ela. Uma conquista importante da consciência humana é o reconhecimento de que a origem de algo apresenta, simultaneamente, a sua essência. A origem do capitalismo significou a formação da sua essência. Conhecendo a essência do capitalismo, entenderemos o seu processo de constituição. O mesmo ocorre com a sociedade autogerida: existe uma unidade entre origem e essência. A essência da sociedade autogerida é a autogestão social e, portanto, sua origem só pode ser também, um processo de autogestão. A autogestão das relações sociais na futura sociedade é precedida pela autogestão das lutas sociais pela constituição desta sociedade. Isto significa, entre outras coisas, que o Movimento Autogestionário discorda totalmente da idéia de “vanguarda” e de “representação”, defendidas pelo bolchevismo em suas diversas variantes (leninismo, trotskismo, stalinismo) e pela social-democracia (representação parlamentar, eleitoral, estatal). Por isso a idéia chave da prática do Movimento Autogestionário é a de que é através da autogestão das lutas operárias pelo proletariado e a autogestão das lutas sociais pelos grupos sociais que fornecem a via para a instauração do socialismo, ou seja, da sociedade autogerida.

    O Movimento Autogestionário não pretende, pois, ser vanguarda e nem dirigente do movimento operário e demais movimentos sociais e sim um componente do bloco revolucionário que é expressão do movimento revolucionário do proletariado. Assim, o objetivo fundamental do Movimento Autogestionário é contribuir para a instauração da sociedade autogerida e da autogestão das lutas sociais pelas forças sociais revolucionárias ou potencialmente revolucionárias. Os meios concretos de sua ação ocorre através da participação de seus militantes nos movimentos sociais e nas lutas operárias representando os interesses do proletariado e buscando combater a hegemonia burguesa no seu interior. Da mesma forma, busca desenvolver uma intensa luta cultural e teórica no sentido de corroer a hegemonia burguesa e abrir caminha para o desenvolvimento de uma nova concepção de mundo, libertária. Daí o Movimento Autogestionário também trabalhar na esfera cultural e teórica, através de publicações, ações culturais e, agora, da internet. Estas e outras atividades concretas são os meios de ação do Movimento Autogestionário.

    Como se Organiza o Movimento Autogestionário?

    O Movimento Autogestionário busca se organizar internamente através da autogestão, na qual as decisões são tomadas coletivamente e busca apresentar tal concepção para outros grupos e movimentos. Visando facilitar sua atuação concreta o Movimento Autogestionário busca criar núcleos de atuação em cada instituição/movimento social onde está inserido tentando articular os interesses gerais do proletariado com os interesses específicos de cada grupo social com o qual seus militantes fazem parte.

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